sexta-feira, 16 de outubro de 2015

DA FONTE DA TELHA À LAGOA DA ALBUFEIRA

          Portugal é um país privilegiado por ser um dos mais "quentes" e ter uma vasta costa, porém o verão é a estação mais curta do ano. É por esta razão que já em abril tem gente indo pra praia. Verão a chegar, eba! Mas o clima permanece na indecisão até o mês de junho: esquenta, não esquenta; alguns dias de calor e a impressão de que "agora vai" e volta a fazer frio, ; faz calor de dia e frio à noite. É um tal de guarda edredon no armário e tira de novo, e guarda casaco e torna a tirar. Enfim, o verão se estabelece, mas água do mar continua gelada, em Almada é. Ou a gente se acostuma ou fica sem praia. 
           Além do banho de mar, a vista maravilhosa que as falésias proporcionam é um agradável convite a uma caminhada. Partindo da praia da Fonte da Telha, no concelho de Almada até a Lagoa da Albufeira, no Concelho de Sesimbra dá 1 hora e meia a pé. Já fiz isto por 3 vezes. Deem só uma vista d'olhos no que eu encontrei pelo caminho. 

A fonte da Telha já ficou lá trás. As gaivotas
são uma presença constante, ao longo do caminho. 


A lagoa fica lá onde esta falésia termina.
E toca a andar.

Esta menina passa feliz da vida a caminhar com
os seus papás. Onde será que eles estavam indo?
Um oásis! Então eles foram até esta fonte para passar argila no corpo!?
 Será que daí vem o nome da praia: Fonte da Telha? 

Esta é uma das fontes existentes pelo caminho. É linda!
Deita muitos litros de água por segundo. Não é uma água com o
sabor suave, mas dá para saciar a sede.
A água doce não chega se encontrar com a salgada, na superfície.

Mais adiante há outra fonte sem volume de água, que apenas
 escorre pela encosta. Há muita argila ali. Vê-se as marcas
 dos dedos a rasparem a argila.
Esta é outra fonte que encontra-se pelo caminho. O sabor da água
é menos suave ainda.

O interessante é que a água doce infiltra-se na areia fofa bem
 antes de chegar ao mar.
A Lagoa da Albufeira
No caminho de volta, só a apreciar as falésias esculpidas pelo vento...
... parecem monges.

As alforrecas ou águasvivas trazidas pelas marés...

... são enormes.

São bonitas de se ver e...

... dizem que estas não são perigosas, mas... prefiro não testar.

Esta lembra o fundo de uma garrafa de PET.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

CASTELO DE ESTREMOZ

No dia de Natal de 2014 eu quis porque quis ir conhecer alguma cidade distante. Escolhi de última hora, Estremoz, uma cidade do Alentejo no Distrito de Évora. 
Por termos saído de casa já depois do almoço (mentira, nem almoçamos) não deu tempo para conhecer a cidade de Évora e nem o centro de Estremoz. Optamos por entrar na parte histórica da cidade, onde fica o Castelo.






Esta é a entrada do castelo de Estremoz. A entrada é gratuita. Pelo menos isto, neh, porque
o que pagamos de portagem (pedágio) foi uma "surpresinha" €13,00. 
                                                         

Esta é a vila do castelo

As ruas são extremamente limpas


Torre do castelo

Algumas casas da vila em mau estado de conservação.

Torre



Lá abaixo está a cidade de Estremoz



Como antigamente, tudo muito bem vigiado.

Câmeras de vigilância por todos os lados...

... até no interior da torre do castelo.
               

O castelo hoje funciona como uma pousada.



Antigamente, até do piso da torre se vigiava tudo lá abaixo.

Tudo é feito de puro mármore, que até hoje é explorado na cidade.


Nem todas as casas da vila estão em bom estado de conservação...

... uma pena, mas pelo que percebi são propriedades privadas.


O sol já se vai... 

É hora de pegar a estrada de volta. Foram mais de 2 horas de viagem muito enfadonha,
 porque não havia movimento. Também neh... Natal, inverno, queria o quê!? Todo mundo em casa
de pandulho cheio, curtindo com a família. Um dia eu volto com mais tempo.